Nesse ano de 2011 iniciei uma pós-graduação em EAD (Educação a Distância). Fazia mais de 19 anos que havia concluído minha faculdade. Fiz vários cursos de especializações para atender as atividades que exercia na empresa. O principal motivo que me fez voltar estudar é a didática do EAD - pois depende única e exclusivamente da dedicação que o aluno dispõe para aprender e colocar em prática as atividades/exercícios que são postados na área reservada do aluno.
Acessei sites relacionados ao assunto do ensino a distância, a experiência foi gratificante, você aprende muito com ideias, debates, pontos de vista.
Tem deputados que inclusive estão apresentando requerimento para debater os desafios da educação a distância no Brasil.
Aliás, acho que nesse país tema "Educação" precisa e muito ser discutido, melhorado, pois precisamos que cada vez mais pessoas tenha acesso a educação seja presencial ou a distância, não importa de que forma, mas sim que todos possam ter conhecimento suficiente para que possam melhorar suas vidas e de toda uma sociedade.
Inclusive um dos posts que eu coloquei no blog: http://www.educacaoadistancia.blog.br/deputada-quer-debater-educacao-a-distancia/, foi comentado e inclusive a pessoa: Cristina Benassi concordou com a minha colocação.
Sei que o ensino a distância precisa ser melhorado, não irá substituir o ensino presencial, no entanto dependendo da localidade que a pessoa mora, horário de trabalho, ou outras responsabilidades a flexibilidade do EAD é um instrumento importante para que um maior número de pessoas tenha acesso aos estudos.
Teve um blog: http://www.educacaoadistancia.blog.br/aula-a-distancia-nao-e-%e2%80%9cfast-food%e2%80%9d/, Uma liminar da Justiça Federal proibiu a veiculação da campanha do Conselho Federal do Serviço Social que compara o ensino a distância de Serviço Social à alimentação fast-food. A liminar foi concedida pelo juiz federal Haroldo Nader, da 8ª Vara de Campinas (SP), em ação cautelar movida pela Associação Nacional dos Tutores de Ensino a Distância (Anated).
Intitulada “Educação não é fast-food – diga não à graduação à distância em Serviço Social”, a campanha começou a ser veiculada em maio. Além de 13 filmes no YouTube, foram feitos spots em rádios comunitárias e material gráfico, como adesivos e cartazes associando o ensino a distância à alimentação de baixa qualidade. Em um dos filmes, por exemplo, um atendente recebe uma moça em uma lanchonete para oferecer um “combo” educacional.
No site do CFESS estão descritas as motivações da campanha, como na pergunta: “Já imaginou trocar suas refeições por um lanche rápido durante quatro anos? É exatamente isso que ocorre com quem escolhe o ensino de graduação à distância em Serviço Social”. Para o magistrado, o modo como estudantes e tutores são tratados é “pejorativo”. O descumprimento pode levar a uma multa diária de R$ 1 mil.
Acho absurdo você criticar uma metologia de ensino para favorecer interesses escusos, que buscam prejudicar milhares de pessoas e instituições de ensino que buscam levar essa mobilidade para os estudantes.
Estou ampliando meus horizontes, com essas trocas de posts, pois conhecimento nunca é demais, e quantos mais abrirem nossas mentes mais crescemos como seres humanos.
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